Instituto Gaudium de Proteção à Vida
1 IDENTIFICAÇÃO
1.1 Nome da Instituição: Programa Rede Solidária / Instituto
Gaudium de Proteção à Vida.
1.2 Sigla: RESOL
1.3 Representante:
Fernando Márcio Gonçalves de Matos, Diretor-Executivo.
1.4 Endereço: Rua Saldanha Marinho, 1266, Centro, CEP 80430 160,
Curitiba, Paraná, Brasil.
1.6 Pessoas de
contato: Fernando Matos e Carlos Alberto Chiquim
1.8 Telefone: 41 3224
7512 – 9972 5239
2. NATUREZA DA INSTITUIÇÃO: OSCIP - CNPJ: 03.910.234/0001-64
O Instituto Gaudium tem sua origem no ano
2000, criado como Organização Não Governamental e, depois, transformado em
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Sua sede,
atualmente, localiza-se na cidade de Curitiba e atua em todo território
nacional promovendo educação, saúde, inclusão digital e geração de renda. Tem
como princípios básicos erradicar a miséria e a fome; promover a igualdade
entre os povos através da educação básica, qualificação e capacitação
profissional; potencializar ações sociais e geração de renda; promover ações
concretas no campo da saúde, entre outras.
3. Sumário Executivo
Para tornar
visível sua ação, o Instituto Gaudium criou o Programa Rede Solidária que
envolve um conjunto de ações cuja meta é garantir a inclusão digital, social e
cultural do cidadão brasileiro que está à margem da sociedade. Sua missão é
atingir a todos: a criança em situação de risco, o menor ou o adolescente sem
perspectivas de futuro, o jovem sedento por um ideal de vida melhor e o adulto
inconformado com os desafios de uma sociedade carente de perspectivas futuras.
O Programa Rede Solidária constitui-se em estrutura
nacional com missão de articulação sócio-ambiental integrando os setores
sociais da sociedade. Assim permite o suporte técnico e comunicação das ações
desenvolvidas pelas associadas.
Os
objetivos são de gerar ações complementares a Educação e Renda. Compreende-se
deste modo modelo diferente das cadeias produtivas e educacionais existentes.
Procura-se oportunizar a permanência do cidadão em sua comunidade e a partir de
então criar maneiras de valorização da estrutura familiar, renda agregada e
partilhada. Isto significa o desenvolvimento local através de tecnologias
sociais focadas e de retorno breve para o cidadão. Exemplifica-se na geração de
renda para as gestantes e mães pelo artesanato manual onde da própria casa pode
participar desta produção.
A integração nacional das instituições permitiu a
mobilização de entidades de base em todo o país representando 17 mil pontos
físicos de articulação em todos os municípios brasileiros. Somam-se a isto mais
95 mil pontos no interior das localidades. Integra organizações não
governamentais em 1.150 pontos de inclusão digital pelo país.
O suporte acadêmico é gerado por 13 universidades
disponibilizando corpo docente e discente para o desenvolvimento da ciência e
suporte técnico a comunidade.
A comunicação destas ações integra múltiplos segmentos em mídia. Convergem
200 emissoras de rádio, 03 emissoras de televisão, jornais em todo o país e na
internet inúmeros sites e portais para o propósito de conteúdo e formação.
Atua-se com prioridade nas regiões brasileiras norte e
nordeste. Na primeira com o foco educacional e na segunda para a questão da
segurança alimentar e novas formas de complementação em renda.
O programa encontra-se alinhado com as Metas do Milênio
apresentadas pela Organização das Nações Unidas. Difunde os objetivos
nacionalmente e serve de modelo para demais nações no mundo na comunicação para
a sociedade. Para isto integrar a Rede de Tecnologia Social como articulador de
rede será excelente oportunidade para gerar novas demandas e ações.
A denominação
Rede Solidária caracteriza a mística que percorre as ações do programa: não se
pode atingir objetivos de resgate da dignidade da pessoa, sem o conceito de
rede, isto é, a interligação das ações desenvolvidas pelo conjunto das
entidades que tecem o organismo que compõe a sociedade. Por outro lado, não se
pode falar em justiça, dignidade e paz, sem colocar em prática o conceito de
solidariedade, isto é, o compromisso pelo qual as pessoas se obrigam uma pelas
outras. Ser solidário é estar numa relação de auxílio mútuo. Por isso propomos
um modelo de programa baseado em pessoas e entidades que se somam para gestar
um novo modelo de sociedade, balizada no respeito pelo ser humano, regatando,
assim, um sonho muito antigo do homem, a sede do conhecimento. A possibilidade
de dar acesso ao conhecimento encanta o ser humano e o gerenciamento deste
conhecimento universaliza a informação para o benefício de todos. Uma
descoberta, uma ação solidária bem sucedida deve ser socializada para que possa
atingir mais e melhores resultados.
4. Análise do Contexto e Justificativas
A atualidade
representa a busca de modelos para a sonhada integração social. A
disponibilidade desta rede física no país permite elementos para ações coordenadas
e focadas. O suporte acadêmico e a sensibilização das escolas, faculdades e
universidades junto ao terceiro setor são propícios. Atualmente, a
incredulidade de evidências sociais é a tônica. Para transpor a isto, o Rede
Solidária, como elemento vetor de ações e relações com os setores sociais é
ferramenta possível desta interação.
Acontecimentos
como o desemprego, a exclusão social e digital, o narcotráfico, a violência, a
degradação do meio ambiente, a crise de legitimação da política institucional,
o acirramento da competição empresarial e o desmonte do Estado do bem-estar
social constituem temas que estão na agenda de debates em todo o mundo são
acontecimentos em quaisquer regiões e/ou países.
As análises
sobre essas questões comportam múltiplos pontos de vista. O debate é intenso e
acordos quanto aos caminhos que devem ser trilhados no enfretamento dessas
questões não são facilmente obtidos. Entretanto, talvez possamos destacar um
ponto consensual entre as diversas vozes que se fazem ouvir nesse debate: nem o
Estado, nem o mercado podem, isoladamente, responder aos desafios impostos pelo
atual contexto sócio-ambiental. A criação deste novo contrato social, negociado
a partir de um equilíbrio dinâmico entre três segmentos constitutivos das
sociedades contemporâneas: Estado (1 Setor), Mercado (2 Setor) e Sociedade
Civil (3 Setor).
O que há de
novo nessa formulação é a importância que vem adquirindo a sociedade civil como
um elemento social tão importante quanto o aparelho estatal e as empresas
privadas. Cada vez mais informada e atuante, a sociedade civil tem assumido um
papel de protagonista na construção da democracia. Dentro dessa nova concepção
da organização social, encontramos uma série de iniciativas que vêm recebendo a
denominação genérica de Terceiro Setor.
A proximidade
dos beneficiários dos programas sociais, as organizações do terceiro setor
podem garantir uma maior racionalidade na aplicação de recursos. O
desenvolvimento destas ações há a criação do acervo de experiências e
competências para o entendimento melhor da exclusão social e digital.
A justificativa para o esta
inclusão na Rede de Tecnologia Social encontra-se no pensamento atual em
integrar múltiplos segmentos sociais com transparência. Basear-se em critérios técnicos, bom senso e
aplicação de recursos com metodologia qualificada. Criando fórum permanente, apresentando
alternativas de comunicação, acompanhamento de ações, conservação, preservação
ambiental e integração de dados estatísticos. Tudo isto cria a atividade
dinâmica de acompanhamento de nossa sociedade.
Educação e
complementação de renda. O significado destes objetivos é que o Rede Solidária
seja vetor referencial para os setores sociais.
5.2 Objetivos Específicos
·
Através de cadeias produtivas identificadas
locais possibilitar a complementação de renda.
·
Metodologia de diagnóstico local para as
comunidades e instituições participantes.
·
Gerar centro de documentação, imagens, projetos,
encaminhamentos e informações abrangendo diversos temas sócio-ambientais.
- Base para teses em pós-graduação como mestrado e
doutorado.
- Ferramenta no complexo educacional para escolas e
universidades oferecendo informações através do meio digital;
·
Integração com redes de articulação.
- Pólo difusor da cultura e conhecimentos.
- Intercambiar a informação entre as pessoas e
Instituições;
- Ser uma ferramenta para escolas e universidades
oferecendo espaço para o voluntariado;
- ser uma ferramenta de ensino à distância;
- Promover ações no campo da saúde.
Difundir
tecnologias sociais, trocar informações, conhecimentos e experiências em
projetos e ações coordenadas em todo o país.
Interagir em
grupo e fazer permear série de dados por diversas instituições metodologia de
trabalho. Utilizar elementos de mídia cruzada para a comunicação, como meios
impressos, rádio, televisão e internet.
Integrar a
Rede de Tecnologia Social oportunizar a difusão de metas, princípios e
situações em todo o país.
- ASSINTEC,
Associação Inter religiosa de educação, presta assessoria aos professores
de escolas públicas
- Conselho
Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC
Conferência
Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB.
(Órgão nacional representativo da Igreja
Católica no Brasil)
- Pastorais Sociais (Criança, Menor, AIDS,
Sobriedade, Terra, Carcerária, Operária...)
- Universidade de São Paulo. Escola do
Futuro. Referência em tecnologias de informação como:
- Responsável
pelo Acessa São Paulo
- BibVirt
– acesso extenso em diversas mídias.
- Laboratório
de Ensino em Ciências e Tecnologias.
- Faculdade
Internacional de Curitiba
- Disponibilizadas
tele-salas em todo o país via-satélite para uso em ensino de graduação,
pós-graduação e aperfeiçoamento.
- Banco do
Brasil
- Acompanhamento
de 1.600 tele centros instalados pelo Banco do Brasil. Projeto de
permitir através de sistema multimídia informações em saúde e cidadania
em tempo real por profissionais em saúde e juristas.
- Comissão Episcopal para a Amazônia.
Banco de dados da Amazônia (www.amazonianet.org.br). Projeto de prover acesso à região amazônica via satélite
para pontos remotos (Ministério das Comunicações).
- Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate a Fome.
- Reúne
grupo de iniciativas de levar alimentação a famílias de baixa renda estimulando
a produção agrícola.
- Ação no
semi-árido brasileiro e no incentivo a projetos de compra direta local.
- Ministério
da Justiça
- Acompanhamento
com suporte jurídico oficial.
- Secretaria
Nacional dos Direitos Humanos
- Acompanhamento
de inclusão digital nos conselhos tutelares no país.
- Secretaria
Especial da Pesca
- Projeto
de inclusão digital.
- Movimento
dos Sem Terra
- Projeto
de inclusão digital e ensino a distância.
- Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
- Acompanhamento
estatístico e avaliador das dinâmicas sociais.
- Ordem dos
Advogados do Brasil
- Representatividade
de instituição jurídica independente.
- Conselho
Federal de Medicina
- Órgão
representativo da profissão médica no Brasil.’
- Programa
Rede Solidária (Plano Bienal da CNBB)
- Cadastro
reúne série instituições nacionais e empresas interessadas em fomentar
projetos sócio-ambientais.
- 17
regionais nas cinco regiões brasileiras.
- 17 mil
pontos físicos de interação.
- 110 mil
comunidades nos municípios do país.
- Instituto
Paulo Montenegro
- Constitui-se
no braço social do IBOPE. Realiza série de ações educativas e de
formação.
- Edusol, Instituto Educação Solidária: presta
eduação a distância via satélite e internet, www.edusol.org.br.
- COPEEDUCAR. Cooperativa de professores que
desenvolvem conteúdos para cursos on line.
- Acesso Saúde, Instituição de saúde que presta
assistência à pessoas carentes.
- Ciranda da Esperança, entidade sem fins lucrativos
que auxiliam crianças com câncer e suas famílias.
- CENPLAFAM, Centro de Planejamento Familiar que
atende famílias em situação de risco.
- Casa da Juventude, Centro de apoio e assessoria
àqueles que trabalham com o mundo juvenil, em políticas públicas.
8. Projetos executados ou em andamento
- Acessa Mundi
– Assistência Sócio-ambiental via Web
Ação de
inclusão digital disponibilizando computadores e acesso a Internet. Nos locais
onde já existe estrutura de informática incorpora-se a rede e orientam-se
melhorias. Cursos de capacitação são desenvolvidos voltados à geração de conhecimento
e qualificação para o mercado de trabalho.
Unidade
central RESOL já instalada permite o núcleo de Tele-saúde e Tele cidadania.
Ação pioneira de aproximar voluntários e comunidades. Para a população a forma
de comunicação automática e uso de web cams.
- Revitalização
Centro de Curitiba
Sede do Programa Rede Solidária. Projeto
de resgate histórico e cultural no marco zero da cidade de Curitiba, edifício
Nossa Senhora da Luz, localizado na Praça Tiradentes, com 6.000 m2.
Ação de levar
estudantes universitários a comunidades para diagnóstico e implantação de
projetos. Ocorre em parceria com universidades entre elas a PUC/PR.
Geração de
renda através de resíduos sólidos e recicláveis. No município de Colombo
(Paraná) tem espaço constituído para receber materiais para separação e
reciclagem. Atualmente cerca de 100 pessoas são beneficiadas com este projeto.
Conta-se com área para construção de usina de reciclagem futuramente.
Coletados
livros, revistas, impressos e mídias diversas são agrupadas e levadas para a
comunidade. Disponibiliza também estantes, mesas e cadeiras para o acesso ao
conhecimento. Nestes espaços estimula-se o contraturno escolar aliando a
atividades físicas.
Estímulo ao
uso da Internet solidária, fazendo o convite ao usuário de acessar ao portal www.resol.org.br, fazer o cadastro e baixar
o discador. Com isto, parte da receita gerada será revertida para ações comunitárias
(deixou de existir quando entro a banda larga).
Projeto de
mídia desenvolvido para divulgação de ações sócio-ambientais das empresas e
instituições. Trabalha-se a filantropia estratégica levando aos públicos
exemplos comunitários.
Projeto de
traduzir em mídia televisa o programa RESOL gerando mais interatividade com o
público. Reportagens, testemunhos e exemplos são apresentados no programa.
Ação paralela
encontra estúdio habilitado no centro de mídia RESOL para a veiculação em tempo
real de programas, bem como, para gravação e veiculação posterior em emissoras
de TV.
Cursos à Distância:
Uso de
ferramenta de satélite e internet.
Projeto de
continuidade ao trabalho da pastoral da criança com população de 07 a 18 anos.
Projeto em
processo de planejamento com o CEAT /CBT (Centro Arquidiocesano do Trabalhador
/ Centro Bizantino do Trabalhador) na cidade de São Paulo.
Desenvolvimento
de software livre para a inclusão digital e geração de múltiplas ferramentas de
uso em Internet. Com
esta ação segmentos institucionais estarão sendo divulgados pela rede de
informação.
As
necessidades são de recursos para desenvolver o software livre.
Promove acesso
a saúde à população carente e promove palestras de prevenção à doenças em áreas
de risco.
Projeto tendo
como foco a terceira idade, em parceria com o Ministério da Educação, em
Brasília.
8. Responsáveis pelo
PROGRAMA REDE SOLIDÁRIA
Carlos Alberto Chiquim.
Fernando
Márcio Gonçalves de Matos.
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